
No SplashLab, a monitorização da Ria Formosa é feita diretamente no terreno, com os professores a guiarem os alunos na recolha e análise de dados. Através da ciência cidadã, os alunos observam processos reais e compreendem como a informação é recolhida e utilizada para estudar o ambiente.
monitorização
COASTWATCH




O CoastWatch Portugal é um programa de ciência cidadã que incentiva a participação de estudantes e voluntários na monitorização da costa, ajudando a identificar impactos ambientais e promovendo a sensibilização para a preservação dos ecossistemas marinhos e costeiros.

LIMPEZA E MONITORIZAÇÃO DA COSTA
As atividades de limpeza e monitorização da Ria, nomeadamente na zona adjacente às salinas, têm sido desenvolvidas pela nossa escola ao longo de vários anos, sempre que as condições o permitem. A calendarização destas ações é feita de forma consciente, procurando coincidir com o período posterior às chuvas intensas e às marés de inverno, e antes do início da época de nidificação das aves, minimizando impactos sobre o meio envolvente.
Trata-se de uma área acessível por caminho de terra batida, frequentada por trabalhadores ligados ao sal e à pesca tradicional, por turistas de natureza, por praticantes de atividades ao ar livre — como caminhadas, corrida e bicicleta — e por pessoas que ali se deslocam em momentos de lazer.

MONITORIZAÇÃO (VERÃO)




A atividade de monitorização realizada em junho incidiu numa área de transição entre o sistema lagunar e a zona urbana da vila da Fuseta, caracterizada por uma presença humana constante. Este espaço é usado diariamente para lazer, turismo e apoio à pesca artesanal, concentrando diversas infraestruturas junto à frente ribeirinha.
E AGORA?
Vamos continuar com as campanhas de monitorização, reforçando o trabalho já iniciado e procurando estabelecer uma maior regularidade nas saídas de campo, de modo a consolidar procedimentos comparáveis ao longo do tempo. Pretendemos alargar a área de observação a toda a zona da Fuzeta, incluindo a foz da ribeira do Tronco, que atravessa diversos campos agrícolas. A última saída, agendada para dezembro, teve de ser adiada devido à chuva e será agora realizada em janeiro.
A ciência-cidadã oferece oportunidades concretas para expandir o nosso trabalho de monitorização e torná-lo mais visível e útil. Uma possibilidade é registar plantas invasoras em Portugal, aproveitando os recursos já disponíveis na plataforma Invasoras, ou contribuir para o inventário a partir do avistamento de aves nas ilhas barreiras da Ria Formosa, através do Life Ilhas Barreira. Estas iniciativas permitem que os alunos aprendam no terreno, em contacto direto com a realidade, ao mesmo tempo que o seu trabalho contribui de forma útil para a recolha de dados científicos.

O site "Invasoras" é uma plataforma de informação e ciência‑cidadã sobre plantas invasoras em Portugal cujo desenvolvimento inicial foi feito em 2013 no âmbito do projecto “Plantas Invasoras: uma ameaça vinda de fora”, co‑financiado pela União Europeia (QREN/COMPETE) e pela Ciência Viva — Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica. invasoras.pt
A coordenação e gestão da plataforma envolvem equipas de investigação de instituições como o Centre for Functional Ecology – Science for People & the Planet (Dept. de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra) e a Escola Superior Agrária do Instituto Politécnico de Coimbra, que trabalham em conjunto com a comunidade para mapear, divulgar e estudar espécies invasoras através de contributos de cidadãos‑cientistas.
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O projeto "LIFE Ilhas Barreira" é uma iniciativa co‑financiada pelo programa LIFE da União Europeia que visa a conservação das ilhas barreira e dos seus habitats, especialmente ligados à Ria Formosa. A coordenação principal do projeto é feita pela Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA), que lidera as ações de proteção de aves marinhas e de restauro de habitats, em parceria com várias outras instituições como universidades (Universidade do Algarve, Universidade de Coimbra), o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), o RIAS – Centro de Recuperação e Investigação de Animais Selvagens da Ria Formosa e outros parceiros técnicos e científicos.
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